A regularização do INSS de obra é um processo que exige atenção aos detalhes. Pequenos erros podem resultar em pagamentos muito superiores ao necessário. Conheça os erros mais comuns e saiba como evitá-los.
Erro 1: Aceitar o cálculo automático sem questionar
O maior erro é simplesmente aceitar o valor calculado automaticamente pela Receita Federal. O cálculo padrão utiliza estimativas que quase sempre superam o custo real da obra. A aferição indireta permite corrigir isso legalmente.
Erro 2: Não guardar notas fiscais de materiais
As notas fiscais de materiais de construção são fundamentais para comprovar os custos reais e obter deduções. Sem elas, você perde a oportunidade de reduzir significativamente o valor do INSS.
Erro 3: Classificar incorretamente o padrão construtivo
O padrão construtivo (baixo, normal ou alto) impacta diretamente no cálculo do INSS. Uma classificação incorreta pode aumentar o valor em milhares de reais.
Erro 4: Não considerar a aferição indireta
Muitos proprietários desconhecem a possibilidade de utilizar a aferição indireta, que permite calcular o INSS com base nos custos reais da obra, gerando economia significativa.
Erro 5: Tentar fazer sozinho sem conhecimento técnico
O processo de regularização envolve conhecimentos técnicos específicos em engenharia, contabilidade e legislação tributária. Tentar fazer sozinho sem esse conhecimento frequentemente resulta em pagamento a mais.